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terça-feira, 22 de setembro de 2026

Atacante era apontado como promissor para o Mundial mas ficou de fora após grave lesão muscular na coxa

Atacante era apontado como promissor para o Mundial mas ficou de fora após grave lesão muscular na coxa

Estêvão voltou a sorrir, mas ainda não esconde a frustração por perder a Copa do Mundo de 2026 após sofrer grave lesão muscular na coxa. O jovem atacante do Chelsea era apontado como um dos nomes promissores para brilhar em campos da América do Norte e teve seu sonho frustrado pela contusão. Ele inicia o novo ciclo confiante.

“Estar aqui para este novo ciclo é muito importante para mim e para todos os jovens que estão chegando. Acho que cada um tem de representar da melhor forma a seleção brasileira, seja valendo pontos ou não”, destacou o atacante, que deve ser titular de Carlo Ancelotti nos amistosos com Austrália e Índia.

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Não é xenofobia: Menos estrangeiros em campo é ótimo para o futebol brasileiroSão Paulo tem menor média de estrangeiros relacionados por rodada entre os quatro grandes paulistas “A gente vai tentar buscar nesses amistosos dar o nosso melhor, é isso que importa. Os resultados vão vir, é só cada um dar o melhor que vai dar tudo certo”, mostrou confiança, mesmo não vindo jogando com regularidade no Chelsea de Xabi Alonso. O garoto evita polêmica com o novo comandante e revela apoio da família para superar o drama de perder uma Copa do Mundo.

“Minha família foi fundamental para mim nesse período de lesão, que não é muito fácil para um atleta. Acho que perdemos um momento muito especial (a Copa), mas eles sempre estiveram do meu lado, do começo até o fim, então agradeço muito a eles”, afirmou, conformado. “Também usei muito uma palavra que é a resiliência, de encarar dia após dia, esquecer o que passou e focar no futuro. Agradeço muito a eles e a Deus também por me ajudar nesse período. Fico muito feliz por estar de volta.”

Foram 10 meses longe dos companheiros de seleção brasileira. A última convocação de Estêvão aconteceu ainda em novembro de 2025, para os amistosos com Senegal (2 a 0) e Tunísia (1 a 1). Ele anotou nos dois jogos e espera repetir a dose nesta Data Fifa.

“Não é ansiedade, acho que é um privilégio. Cada um dos jogadores que é escolhido aqui é privilegiado, porque a gente trabalha bastante no clube todos os dias e estar aqui é um privilégio, ser escolhido pelo Ancelotti é um privilégio para mim. Encaro isso como uma motivação de entregar o meu melhor todos os dias nos treinos e nos jogos.”

Serão dois amistosos com a Austrália em sua casa, a começar por sexta-feira, no Queensland Country Bank Stadium, em Townsville, às 7h de Brasília. Depois, as seleções voltam a se encarar no dia 29, no Suncorp Stadium, em Brisbane, também às 7h de Brasília. Por fim, o Brasil enfrenta a Índia no dia 3 de outubro, às 11h de Brasília, no Estádio Vivekananda Yuba Bharati Krirangan, na cidade de Calcutá.

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