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domingo, 4 de outubro de 2026

De 1 a quase 9 minutos, cada eleitor vai votando ao seu tempo

Na mesma escola, Elivelton levou pouco mais de um minuto para concluir a votação

Um eleitor de 83 anos levou quase nove minutos para concluir a votação neste domingo (4), na E.M. (Escola Municipal) Doutor Plínio Barbosa Martins, em Campo Grande. João Izidro precisou de auxílio dos mesários durante o procedimento, mas afirmou que conseguiu votar sem confusão e levou os números dos candidatos anotados.

“Eu fiz tudinho certinho”, contou João, que disse votar todos os anos e não faltar às eleições. Ele também relatou que chegou preparado para a votação e utilizou a colinha com os números dos candidatos.

O tempo de João foi bem diferente do registrado por Elivelton Saucedo, de 31 anos, operador de máquinas. Ele chegou às 6h55 e concluiu a votação em pouco mais de um minuto. Elivelton contou que prefere chegar cedo para votar e evitar o movimento maior durante o dia.

“Rapidão de votar, porque eu tenho a colinha. A gente é mais jovem e é mais rápido para poder votar”, disse Elivelton. Ele também afirmou que espera não precisar voltar às urnas em um eventual segundo turno.

De 1 a quase 9 minutos, cada eleitor vai votando ao seu tempo
Tempo de votação de Ivanete foi de 1 minuto e 33 segundo. (. Foto: Juliano Almeida)

Já Ivanete Viana, de 55 anos, técnica de enfermagem, chegou por volta das 7h e encontrou oito pessoas à frente. Ela esperou cerca de 40 minutos até chegar sua vez, mas considerou o atendimento tranquilo. “Achei que demorava mais. Das outras vezes demorou. Hoje foi mais tranquilo”, relatou.

Colinha – Nas eleições deste ano, cada eleitor precisa fazer seis escolhas na urna. Para não esquecer os números ou a ordem dos candidatos, a Justiça Eleitoral permite e incentiva o uso da chamada colinha eleitoral, mas a anotação deve ser feita em papel.

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) disponibiliza um modelo de cola para impressão, com os cargos na mesma ordem em que aparecem na urna. A sequência é: deputado federal, deputado estadual ou distrital, senador, senador, governador e presidente.

Para preservar o sigilo do voto, celulares, máquinas fotográficas, filmadoras e outros equipamentos eletrônicos não podem ser levados para a cabine de votação.

Acompanhante na cabine – Eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida podem receber ajuda de uma pessoa de sua escolha dentro da cabine de votação. O acompanhante pode, inclusive, digitar os números dos candidatos, desde que siga a orientação de quem está votando.

Crianças também podem acompanhar os pais, mas não podem digitar os números na urna, interferir na escolha ou revelar o voto. A entrada do acompanhante deve ser autorizada pelo presidente da mesa, que avalia se o auxílio é necessário.

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