A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul trata como um “ato isolado” o disparo que atingiu a sede da Corregedoria-Geral da instituição, no bairro Santa Fé, em Campo Grande. Conforme a corporação, até o momento, não foram encontrados indícios de que o homem preso pelo caso tenha ligação com atividades desenvolvidas pela Polícia Civil ou que a ação tenha sido motivada por retaliação à instituição.
Conforme a corporação, os elementos reunidos na investigação não apontam vínculo entre o homem preso pelo caso e qualquer atividade desenvolvida pela Polícia Civil, seja recentemente ou em período anterior.
A investigação começou depois que o vidro de uma das salas da sede, na Rua das Garças, foi quebrado durante a madrugada de sábado (3). Inicialmente, havia dúvida sobre o que teria provocado o dano, mas a perícia confirmou que o imóvel foi atingido por um disparo de arma de fogo. Uma cápsula foi recolhida no local, e imagens das câmeras de segurança foram recolhidas e auxiliaram a identificar o responsável.
O suspeito, de 25 anos, foi localizado e preso ainda no sábado, no bairro Monte Castelo. Com ele, os policiais apreenderam o revólver apontado como utilizado no disparo, uma motocicleta e uma porção de substância semelhante à maconha, a qual ele disse ser de uso pessoal.
Na audiência de custódia realizada nesta segunda-feira (5), a prisão em flagrante foi convertida em preventiva. O homem permanece à disposição da Justiça.
Conforme a Polícia Civil, a investigação continua para esclarecer as circunstâncias do disparo e a motivação do suspeito. Até esta etapa, porém, a apuração aponta para uma ação sem vínculo identificado com a atividade institucional da Corregedoria-Geral.

