A mãe da bebê de dois meses levada morta a uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento) de Corumbá, na região de fronteira com a Bolívia, foi ouvida e liberada pela Polícia Civil no final da tarde desta terça-feira, dia 06 de outubro. A informação foi confirmada pelo delegado Sidney Pinheiro de Queiroz, que acompanha o caso.
Segundo Queiroz, as investigações serão aprofundadas para identificar se houve alguma negligência. No entanto, o médico legista responsável pela perícia não encontrou sinais de violência.
Segundo o site Midiamax, as primeiras investigações concluíram que a causa da morte da bebê foi asfixia por broncoaspiração de alimentos, provavelmente o leite. A mãe foi ouvida e liberada.
Entenda o caso
Conforme a Secretaria Municipal de Saúde, a mãe chegou com a bebê a uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento) por volta das 8h20 desta terça-feira (6). No entanto, a criança já não apresentava sinais vitais.
A bebê estava com vestígios de sangue na boca. As polícias Militar e Civil foram acionadas.
Conforme o delegado Sidney Pinheiro de Queiroz, diante da situação, a mãe, de 28 anos, e um sobrinho, de 18, foram conduzidos para prestar esclarecimentos.
“Ela morava na casa com a bebê e outros dois filhos menores, além dos sobrinhos de 12 e de 18 anos. Ela e o sobrinho adulto foram levados para a delegacia para prestarem esclarecimentos, e estão sendo ouvidos. Ainda não temos como afirmar nada. Precisamos esperar os exames periciais”, ressalta.
O corpo da bebê foi encaminhado ao IML (Instituto Médico Legal). O caso segue sob investigação.

