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sexta-feira, 16 de outubro de 2026

De tênis, sem cerimônia: a Mônica Riedel que a corrida revela

Inspirada pelo pai, primeira-dama realizou o sonho dos 42 km e encontrou na corrida um alívio para a pressão

Entre compromissos públicos, campanhas eleitorais e a rotina de primeira-dama de Mato Grosso do Sul, Mônica Riedel encontrou um espaço em que pode ser simplesmente Mônica. Basta calçar o tênis e começar a correr. Nas pistas, há lugar para o esforço, as conversas sobre os filhos, as risadas e os planos que nascem entre uma passada e outra. É essa mulher, com seus desafios e suas amizades, que a jornalista Neiba Ota apresenta em reportagem no blog Papo Endorfina. Uma conversa que percorre distâncias maiores do que as registradas pelo relógio de treino.

Ao lado da arquiteta Carolina Arruda, Mônica conta como a corrida aproximou duas mulheres de personalidades diferentes e criou uma parceria que ultrapassa o esporte. A amizade ganhou força na Meia Maratona das Cataratas, em 2022, e passou a fazer parte da vida das duas. Mais calma, Mônica ajuda a amiga a controlar o ritmo e a empolgação nas provas. Carol, por sua vez, estimula a espontaneidade da companheira. Nos treinos, cabem assuntos de casa, trabalho, maternidade e até oração. Entre brincadeiras e confidências, os quilômetros se transformam em oportunidade para dividir preocupações e voltar mais leve para a rotina.

A reportagem também revela a origem de um sonho que Mônica realizou aos 55 anos: completar uma maratona. A inspiração veio do pai, que concluiu sete provas de 42 quilômetros e tratava essas conquistas com uma naturalidade que ficou na memória da filha. Em outubro de 2025, foi a vez dela de enfrentar os 42,195 quilômetros da Maratona de Chicago, nos Estados Unidos. Até chegar à largada, houve meses de preparação, disciplina e expectativa. Na prova, a escolha foi pela cautela: respeitar o planejamento e cruzar a linha de chegada. A experiência abriu espaço para novos objetivos e para a possibilidade de uma futura maratona ao lado de Carol.

Com fotografias de Luciano Muta, o texto de Neiba Ota mostra ainda como Mônica manteve os treinos nos períodos mais exigentes das campanhas eleitorais e encontrou no esforço físico uma maneira de aliviar a tensão. A conversa passa pelo apoio do marido, Eduardo Riedel, e pela Corrida dos Poderes, mas é nos relatos sobre amizade e conquistas pessoais que o perfil ganha intimidade. Entre lembranças de família, planos para novas provas e histórias compartilhadas com a companheira de treino, aparece uma Mônica que o público nem sempre conhece. Para descobrir essa história, vale acompanhar o percurso completo no Papo Endorfina.

Leia a reportagem “Na corrida, Mônica é só Mônica”, de Neiba Ota, no blog Papo Endorfina.

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