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quarta-feira, 4 de novembro de 2026

Família procura homem visto com Isabel, encontrada morta

Familiares de Isabel Cristina Freitas de Souza, de 38 anos, encontrada morta nesta terça-feira, dia 03 de novembro, no município de Terenos, em Mato Grosso do Sul, estão mobilizando as redes sociais e espalhando cartazes por Campo Grande na tentativa de localizar o homem que teria sido visto com ela antes do desaparecimento.

Nos cartazes, a família divulga a fotografia do homem que estaria com ela e pede informações que possam ajudar a encontrá-lo. Publicações com a imagem também estão sendo compartilhadas nas redes sociais. A família acredita que ele tenha sido a última pessoa a estar com Isabel antes do desaparecimento.

Isabel estava desaparecida havia cerca de dez dias, quando foi encontrada morta em um córrego na região de Terenos, a 31 quilômetros de Campo Grande. O corpo estava em avançado estado de decomposição. A Polícia Civil investiga a possibilidade de feminicídio.

Segundo o boletim de ocorrência registrado sobre o desaparecimento, Isabel foi vista pela última vez deixando um pagode na Avenida Capibaribe, em Campo Grande, acompanhada de um homem.

A família chegou a fazer contato com o homem pouco depois do desaparecimento. Conforme já publicado pelo Jornal Midiamax, o homem teria apresentado versões contraditórias aos familiares sobre o que havia acontecido e depois deixou de responder às tentativas de contato. Ele ainda não foi localizado.

A Polícia Civil trabalha para esclarecer as circunstâncias da morte de Isabel e localizar o homem. A identidade dele não foi divulgada oficialmente pela polícia até o momento.

Encontrada em córrego

Isabel desapareceu no dia 24 de outubro. Após dias de buscas, o corpo foi localizado na terça-feira (3), em um córrego na região de Terenos.

Segundo a polícia, ela estava com as mesmas roupas que usava no dia do desaparecimento em Campo Grande. A causa da morte ainda não foi divulgada e depende de exames periciais. Equipes do GOI (Grupo de Operações e Investigações) e da 1ª Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher) atuam no caso.

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