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DOURADOS
Polícia apreende mais de 10 quilos de cocaína em residência
Rodrigo Lima Melo teve a prisão preventiva decretada pela justiça. Ele é acusado de tráfico de drogas, após ser flagrado com 10,8kg de cocaína em casa, no bairro Izidro Pedroso, em Dourados.
Na decisão assinada pelo juiz Pedro Henrique Freitas de Paula, foi considerado que a quantidade de cocaína encontrada com o suspeito afasta à primeira vista, alegação de que seja para uso próprio ou tráfico eventual.
Entre outros, o magistrado pontuou que o volume pode evidenciar “indícios de envolvimento em atividade ilícita com considerável grau de inserção no comércio de entorpecentes”. Isso porque se fracionada, essa quantidade poderia atingir centenas de usuários.
O CASO
A droga distribuída em dez tabletes foi apreendida por volta das 18h50 de quarta-feira, dia 09, por uma equipe da Força Tática do 3º BPM (Batalhão de Polícia Militar), dentro de uma mochila de cor vermelha. Durante as buscas, ainda foram encontrados R$ 7,1 mil em espécie na residência em que Rodrigo mora na Rua Sumiko Fuji.
Os policiais chegaram ao suspeito após receberem a denúncia anônima de que um homem que transitava em um VW/Voyage, de cor branca, estaria comercializando drogas na região.
A equipe foi até o endereço e viu o carro saindo da casa. Quando tentou fazer a abordagem, Rodrigo teria tentado fugir, mas foi abordado.
Questionado, teria informado que tinha material ilícito dentro da residência, mas que não queria envolver a família.
A ação policial teria sido presenciada pela esposa dele que quando questionada pelos militares sobre a procedência do entorpecente, teria alegado desconhecer tanto a droga quanto a mochila.
Já o acusado teria optado por permanecer em silêncio, após informar que receberia R$ 2 mil para armazenar a droga.
Ele foi preso em flagrante e levado para a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) até passar por audiência de custódia na sexta-feira, dia 10, em que foi determinada a conversão da prisão em preventiva e o encaminhamento dele para a PED (Penitenciária Estadual de Dourados).
O caso continua em investigação.

