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quinta-feira, 15 de outubro de 2026

Lago do Amor volta a alagar e motoristas se arriscam em meio a enxurrada

Conforme o Instituto Nacional de Meteorologia, por volta das 16h. foram registrados 27,4 milímetros de chuva

O Lago do Amor voltou a alagar nesta quinta-feira (15), após as fortes chuvas que atingiram Campo Grande durante a tarde. O problema, que já é antigo, fez com que motoristas, acostumados com a situação, se arriscassem a atravessar a enxurrada. No início deste ano, o local já havia registrado alagamento semelhante. Conforme o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), por volta das 16h, foram registrados 27,4 milímetros de chuva na Capital.

Os vídeos foram enviados ao Campo Grande News pelo canal Direto das Ruas.

A leitora Raquel de Souza Marinho relatou à reportagem que passou pelo local por volta das 17h. Ela seguia pela Rua Candelária e, ao chegar à rotatória com a Avenida Senador Filinto Müller, percebeu que o trecho estava alagado.

"Nesse horário eu venho do trabalho e passo pelo Lago do Amor, mas, quando chove, é arriscado passar. Hoje eu resolvi ir por lá, mesmo sabendo da chuva, porque, como mexeram, pensei que a infraestrutura estaria melhor. Mas não, da mesma forma, está terrível para passar", disse.

Ainda segundo Raquel, alguns motociclistas aguardavam para atravessar o trecho. "Com tanto buraco, tanta coisa que tem, é um perigo muito grande passar por ali alagado", finalizou. A leitora contou que decidiu mudar o trajeto até em casa para evitar danos materiais.

Nos vídeos enviados ao Campo Grande News, é possível ver um Volkswagen Gol, uma picape e um Fiat Uno enfrentando a enxurrada no sentido bairro-Centro. Poucos segundos depois, duas caminhonetes também atravessam o trecho alagado.

Em uma das imagens feitas por Raquel, dois motociclistas aparecem esperando para seguir no sentido do Bairro Pioneiros, enquanto dois veículos atravessam a avenida na direção contrária. Um deles, inclusive, trafega pela contramão.

Em outro registro, é possível ver pelo menos três motociclistas se arriscando ao passar perto das grades que separam a calçada da área de mata. No ano passado, esse trecho cedeu duas vezes durante períodos de chuva forte.

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