Quatro mulheres com ligação a Mato Grosso do Sul aparecem na segunda edição da lista das 100 Mulheres Poderosas do Agro, divulgada pela revista Forbes Brasil em outubro de 2026. Entre elas estão a senadora Tereza Cristina, a chefe-geral da Embrapa Gado de Corte, Mariana de Aragão Pereira, e duas representantes do setor produtivo com trajetórias ligadas ao Estado.
A publicação reúne mulheres que ocupam posições de liderança, desenvolvem pesquisas e participam de decisões estratégicas no agronegócio brasileiro. As quatro representantes identificadas possuem vínculos diferentes com Mato Grosso do Sul, que vão da atuação política e científica à experiência empresarial na região.
Mariana de Aragão Pereira – Chefe-geral da Embrapa Gado de Corte, sediada em Campo Grande, tornou-se em 2026 a primeira mulher a comandar a unidade em mais de cinco décadas de existência. A instituição desenvolve pesquisas e tecnologias voltadas à pecuária, uma das principais atividades econômicas de Mato Grosso do Sul.
Tereza Cristina – Senadora por Mato Grosso do Sul, a ex-ministra da Agricultura é um dos nomes mais conhecidos do agronegócio nacional. Também integrou a primeira edição da lista, publicada em 2021. Antes de chegar ao Senado, comandou o Ministério da Agricultura e exerceu mandatos como deputada federal pelo Estado.
Stéphanie Ferreira Gobato – Descendente da quarta geração de uma família de pecuaristas de Mato Grosso do Sul, ocupa a presidência da Comissão Nacional das Mulheres do Agro da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil). Sua atuação está ligada à ampliação da participação feminina nas entidades representativas do setor.
Carminha Gatto Missio – Apesar de não ser do Estado, a atual vice-presidente da Faeb (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia) tem trajetória profissional ligada ao Centro-Oeste, com forte atuação, por mais de duas décadas, no setor de sementes em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Assim como Tereza Cristina, já havia integrado a lista de 2021.
A seleção da Forbes destaca a presença feminina em diferentes segmentos do agronegócio, incluindo produção rural, pesquisa científica, gestão empresarial e representação institucional. No caso de Mato Grosso do Sul, os quatro nomes identificados mostram essa diversidade de atuação, embora nem todas tenham origem ou residência no Estado.

